
Temas relevantes e atuais no Mercado de Capitais pautaram a décima primeira edição do Dialoga
Fonte da imagem: gerada por IA (Gemini) Os encontros realizados na 11ª edição do IBGC Dialoga Mercado de Capitais foram marcados pela escolha de temas
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Fonte da imagem: gerada por IA (Gemini) Os encontros realizados na 11ª edição do IBGC Dialoga Mercado de Capitais foram marcados pela escolha de temas

Publicação de relatórios de sustentabilidade de acordo com IFRS S1 e S2 Fonte da imagem: criada por IA (ChatGPT) A Resolução CVM nº 244/2026 revogou a obrigatoriedade de elaboração e divulgação do relatório de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade com base nos pronunciamentos CBPS 01 e CBPS 02, convergentes às normas IFRS S1 e S2 do International Sustainability Standards Board. Diante desse novo cenário, muitas companhias ficaram em dúvida sobre como agir, considerando as opções trazidas pela nova regulamentação e

O primeiro encontro do Dialoga do Agronegócio, da turma de 2026, foi marcado por uma abertura consistente e provocativa, na qual Bibiana Carneiro, a primeira convidada, apresentou estatísticas relevantes e trouxe um panorama claro dos desafios e oportunidades do setor.

Fonte da imagem: gerada por IA (Gemini) Os encontros realizados na 11ª edição do IBGC Dialoga Mercado de Capitais foram marcados pela escolha de temas

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Na 9ª edição do IBGC Dialoga, do tema Mercado de Capitais, especialistas no tema refletiram opiniões relevantes sobre: Overview e emissões realizadas no Mercado de Capitais; Padronização de divulgação ESG; Alterações na Regulamentação do Novo Mercado e Tendências para o Mercado Brasileiro de Capitais.

A agenda climática ganha destaque no IASB (International Accounting Standards Board) com o IFRS 18i, norma que vai além da contabilidade ao integrar governança, finanças e sustentabilidade. Mais que um desafio regulatório, representa oportunidade de reforçar transparência, competitividade e perenidade empresarial.

Para conselheiros que compreendem os fundamentos da inovação, este artigo propõe quatro pilares que tornam a governança da inovação mais estratégica, adaptativa e capaz de gerar impacto sustentável.

Fonte da imagem: banco de imagens Adobe Stock O saneamento é um direito básico essencial, além de um componente crucial para o desenvolvimento social, econômico

Os problemas da saúde suplementar brasileira não são novos, mas sua complexidade continua a crescer. Fragilidades estruturais no setor que envolvem financiamento, alinhamento de interesses, eficiência, judicialização, regulação, além de uma crescente concentração de mercado se acumulam há décadas.

As cooperativas são organizações de pessoas que se unem voluntariamente para atender às suas necessidades e aspirações econômicas, sociais e culturais em comum. Esse modelo de negócio, baseado em cooperação, solidariedade, democracia, sustentabilidade e equidade, vai ao encontro do desenvolvimento econômico e social que buscamos para o Brasil.

Na 9ª edição do IBGC Dialoga, do tema Mercado de Capitais, especialistas no tema refletiram opiniões relevantes sobre: Overview e emissões realizadas no Mercado de Capitais; Padronização de divulgação ESG; Alterações na Regulamentação do Novo Mercado e Tendências para o Mercado Brasileiro de Capitais.

A agenda climática ganha destaque no IASB (International Accounting Standards Board) com o IFRS 18i, norma que vai além da contabilidade ao integrar governança, finanças e sustentabilidade. Mais que um desafio regulatório, representa oportunidade de reforçar transparência, competitividade e perenidade empresarial.

Para conselheiros que compreendem os fundamentos da inovação, este artigo propõe quatro pilares que tornam a governança da inovação mais estratégica, adaptativa e capaz de gerar impacto sustentável.

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Os problemas da saúde suplementar brasileira não são novos, mas sua complexidade continua a crescer. Fragilidades estruturais no setor que envolvem financiamento, alinhamento de interesses, eficiência, judicialização, regulação, além de uma crescente concentração de mercado se acumulam há décadas.

As cooperativas são organizações de pessoas que se unem voluntariamente para atender às suas necessidades e aspirações econômicas, sociais e culturais em comum. Esse modelo de negócio, baseado em cooperação, solidariedade, democracia, sustentabilidade e equidade, vai ao encontro do desenvolvimento econômico e social que buscamos para o Brasil.

Empresas familiares são fundamentais para desenvolvimento econômico e social, com participação na geração de empregos e inovação. Caracterizam-se por sua estrutura de gestão em que a propriedade e a execução estão ligadas a membros das famílias fundadoras, com características que as diferenciam no mercado.

Conselhos eficazes não apenas aprovam relatórios. Interrogam narrativas, desafiam premissas, conectam dados à estratégia e constroem sentido em meio à incerteza. Esse é o papel da governança que gera valor real.

Para conselheiros que compreendem os fundamentos da inovação, este artigo propõe quatro pilares que tornam a governança da inovação mais estratégica, adaptativa e capaz de gerar impacto sustentável.