
Diversidade nos conselhos: por que o discurso ainda não virou prática?
A diversidade nos Conselhos ainda avança pouco. Entenda os riscos e os caminhos para mudar esse cenário.
Artigos exclusivos, elaborados por membros dos Espaços Colaborativos do IBGC, com análises profundas e diversos insights para você ficar por dentro das discussões mais atuais.

A diversidade nos Conselhos ainda avança pouco. Entenda os riscos e os caminhos para mudar esse cenário.

Ao longo do segundo semestre de 2025, a série IBGC Dialoga Mercado Financeiro percorreu uma trilha que refletiu os principais desafios do sistema financeiro brasileiro, em consonância com o papel do IBGC como espaço qualificado de debate em governança corporativa.

A transformação de um tema de finanças para governança, risco, transparência e supervisão pelos Conselhos.

A diversidade nos Conselhos ainda avança pouco. Entenda os riscos e os caminhos para mudar esse cenário.

Ao longo do segundo semestre de 2025, a série IBGC Dialoga Mercado Financeiro percorreu uma trilha que refletiu os principais desafios do sistema financeiro brasileiro, em consonância com o papel do IBGC como espaço qualificado de debate em governança corporativa.

Artigo elaborado a partir das discussões nos encontros da 9ª edição do IBGC Dialoga, no tema de Empresas de Controle Familiar.

“Há décadas em que nada acontece. Há semanas em que décadas acontecem”.
A origem deste aforismo é controversa, como quase tudo neste mundo contemporâneo.

Em artigo da 8ª edição do IBGC Dialoga, foram discutidos temas relevantes para o Mercado de Capitais como avanço do disclosure de informações ESG.

Fruto da 8ª edição do IBGC Dialoga 2024, artigo traz insights para os conselheiros. No grupo temático do Setor Financeiro, profissionais sêniores com experiência no setor reuniram-se para compartilhar experiências e debater temas chave que estão moldando o setor financeiro. Os dialogantes seguiram as regras da Chatham House.

A crescente complexidade dos desafios sociais e ambientais tem impulsionado um debate fundamental sobre o papel das empresas na sociedade. O modelo tradicional de capitalismo, focado exclusivamente nos acionistas, tem sido questionado por suas limitações em abordar externalidades negativas, como desigualdades e degradação ambiental.

O setor de saúde no Brasil enfrenta desafios estruturais que exigem um olhar que compreenda toda a cadeia de valor da saúde e que instigue discussões estratégicas para a indústria. Essa é, justamente, a responsabilidade dos conselhos de administração, que encontram no setor um terreno amplo de atuação.

Artigo elaborado a partir das discussões nos encontros da 9ª edição do IBGC Dialoga, no tema de Empresas de Controle Familiar.

“Há décadas em que nada acontece. Há semanas em que décadas acontecem”.
A origem deste aforismo é controversa, como quase tudo neste mundo contemporâneo.

Em artigo da 8ª edição do IBGC Dialoga, foram discutidos temas relevantes para o Mercado de Capitais como avanço do disclosure de informações ESG.

Fruto da 8ª edição do IBGC Dialoga 2024, artigo traz insights para os conselheiros. No grupo temático do Setor Financeiro, profissionais sêniores com experiência no setor reuniram-se para compartilhar experiências e debater temas chave que estão moldando o setor financeiro. Os dialogantes seguiram as regras da Chatham House.

A crescente complexidade dos desafios sociais e ambientais tem impulsionado um debate fundamental sobre o papel das empresas na sociedade. O modelo tradicional de capitalismo, focado exclusivamente nos acionistas, tem sido questionado por suas limitações em abordar externalidades negativas, como desigualdades e degradação ambiental.

O setor de saúde no Brasil enfrenta desafios estruturais que exigem um olhar que compreenda toda a cadeia de valor da saúde e que instigue discussões estratégicas para a indústria. Essa é, justamente, a responsabilidade dos conselhos de administração, que encontram no setor um terreno amplo de atuação.

Empresas familiares são fundamentais para desenvolvimento econômico e social, com participação na geração de empregos e inovação. Caracterizam-se por sua estrutura de gestão em que a propriedade e a execução estão ligadas a membros das famílias fundadoras, com características que as diferenciam no mercado.

Para conselheiros que compreendem os fundamentos da inovação, este artigo propõe quatro pilares que tornam a governança da inovação mais estratégica, adaptativa e capaz de gerar impacto sustentável.

Conselhos eficazes não apenas aprovam relatórios. Interrogam narrativas, desafiam premissas, conectam dados à estratégia e constroem sentido em meio à incerteza. Esse é o papel da governança que gera valor real.