
Diversidade nos conselhos: por que o discurso ainda não virou prática?
A diversidade nos Conselhos ainda avança pouco. Entenda os riscos e os caminhos para mudar esse cenário.
Artigos exclusivos, elaborados por membros dos Espaços Colaborativos do IBGC, com análises profundas e diversos insights para você ficar por dentro das discussões mais atuais.

A diversidade nos Conselhos ainda avança pouco. Entenda os riscos e os caminhos para mudar esse cenário.

Ao longo do segundo semestre de 2025, a série IBGC Dialoga Mercado Financeiro percorreu uma trilha que refletiu os principais desafios do sistema financeiro brasileiro, em consonância com o papel do IBGC como espaço qualificado de debate em governança corporativa.

A transformação de um tema de finanças para governança, risco, transparência e supervisão pelos Conselhos.

A diversidade nos Conselhos ainda avança pouco. Entenda os riscos e os caminhos para mudar esse cenário.

Ao longo do segundo semestre de 2025, a série IBGC Dialoga Mercado Financeiro percorreu uma trilha que refletiu os principais desafios do sistema financeiro brasileiro, em consonância com o papel do IBGC como espaço qualificado de debate em governança corporativa.

O varejo é um dos setores mais velozes na adoção de IA — especialmente IA generativa e agentes autônomos. Neste contexto, gigantes como Visa, Walmart, Amazon, Target e Carrefour já testam agentes autônomos e IA preditiva em escala. Estudos da McKinsey, Salesforce, Opinion Box e GWI mostram que essa transformação não é futura — é agora.

“Em tempos de incerteza, a estratégia exige método, adaptação e, acima de tudo, coragem.”

Na 9ª edição do IBGC Dialoga, do tema Agronegócio, tivemos quatro encontros bastante provocativos.

Governança é o jogo decisivo: avanços e desafios nas SAFs, considerando que apenas 10% cumprem com requisitos legais.

O ciclo de encontros “IBGC Dialoga com a Tecnologia” ofereceu uma radiografia atualizada e sem filtros sobre os desafios que conselhos de administração enfrentam diante da transformação digital. Com quatro encontros temáticos e participação ativa de conselheiros e especialistas, os debates revelaram preocupações concretas e caminhos possíveis para que a governança corporativa acompanhe, com responsabilidade, o avanço das tecnologias.

Conselhos eficazes não apenas aprovam relatórios. Interrogam narrativas, desafiam premissas, conectam dados à estratégia e constroem sentido em meio à incerteza. Esse é o papel da governança que gera valor real.

O varejo é um dos setores mais velozes na adoção de IA — especialmente IA generativa e agentes autônomos. Neste contexto, gigantes como Visa, Walmart, Amazon, Target e Carrefour já testam agentes autônomos e IA preditiva em escala. Estudos da McKinsey, Salesforce, Opinion Box e GWI mostram que essa transformação não é futura — é agora.

“Em tempos de incerteza, a estratégia exige método, adaptação e, acima de tudo, coragem.”

Na 9ª edição do IBGC Dialoga, do tema Agronegócio, tivemos quatro encontros bastante provocativos.

Governança é o jogo decisivo: avanços e desafios nas SAFs, considerando que apenas 10% cumprem com requisitos legais.

O ciclo de encontros “IBGC Dialoga com a Tecnologia” ofereceu uma radiografia atualizada e sem filtros sobre os desafios que conselhos de administração enfrentam diante da transformação digital. Com quatro encontros temáticos e participação ativa de conselheiros e especialistas, os debates revelaram preocupações concretas e caminhos possíveis para que a governança corporativa acompanhe, com responsabilidade, o avanço das tecnologias.

Conselhos eficazes não apenas aprovam relatórios. Interrogam narrativas, desafiam premissas, conectam dados à estratégia e constroem sentido em meio à incerteza. Esse é o papel da governança que gera valor real.

Empresas familiares são fundamentais para desenvolvimento econômico e social, com participação na geração de empregos e inovação. Caracterizam-se por sua estrutura de gestão em que a propriedade e a execução estão ligadas a membros das famílias fundadoras, com características que as diferenciam no mercado.

Para conselheiros que compreendem os fundamentos da inovação, este artigo propõe quatro pilares que tornam a governança da inovação mais estratégica, adaptativa e capaz de gerar impacto sustentável.

Conselhos eficazes não apenas aprovam relatórios. Interrogam narrativas, desafiam premissas, conectam dados à estratégia e constroem sentido em meio à incerteza. Esse é o papel da governança que gera valor real.